quarta-feira

[Re]solução de ano novo

Entre as muitas vacas frias da nossa cultura, uma tem conotação realmente especial para nós, a ideia do ano bom. Não é preciso ter vivido mais que oito primaveras para compreender que o que muda mesmo é a folhinha pregada atrás da porta da cozinha, apesar disso, a ilusão de que alguns poucos minutos, geralmente regados a álcool e imbuídos de uma fixação quase religiosa, sejam capazes de operar transformações profundas permanece viva entre nós.

Talvez porque a lógica que sustente essa ideia seja praticamente onipresente em nossa cultura, para a qual novo é sinônimo de bom ao passo que velho invariavelmente ganha contornos de obsoleto, ultrapassado e até mesmo inútil. Mal chega novembro e as timelines, que são nossas novas memórias de curto prazo, começam a pipocar de pedidos para que o ano corrente acabe logo.

Desejo que vem acompanhado da promessa de um novo ano cheio de realizações e conquistas, que a bem da verdade não se concretizaram no ano que finda lenta e silenciosamente. No fundo, sabemos que o homicídio dos nossos projetos é culposo, o ano jamais tem intenção de matá-los, nem poderia. Do mesmo modo, sabemos que a intenção por si só nada muda, por isso inventamos as resoluções.

A vida é orgânica e cíclica, não linear como os calendários gostariam de nos convencer. Parar de fumar, perder alguns quilos, voltar a se dedicar a uma atividade que nos dava prazer ou simplesmente encontrar mais tempo para si não dependem em absoluto dos números de um a 31 impressos numa grade. Essas aspirações só se concretizam quando vivenciamos o final de um ciclo, normalmente porque deixamos de precisar disso ou daquilo e já estamos livres para uma nova etapa.

Há anos desejava parar de fumar, hábito que eu cultivava desde os 11 anos de idade, o que por si só é um absurdo, mas nem essa constatação me ajudava a conseguir. Era tomar uma xícara de café ao longo do dia ou sair com os amigos e dar um ou dois goles de cerveja e o cigarro parecia se materializar aceso na minha mão. Entre idas e voltas, descobri que não conseguiria parar se não mudasse todos os hábitos relacionados ao tabagismo e fiz, mesmo que isso tenha me custado algumas amizades.

Dois ou três anos atrás, fiz uma lista de coisas que gostaria de lembrar ao longo do ano, que incluía coisas como “eu não tenho o poder de adivinhar o que as pessoas pensam”, “o certo e o errado são somente construções históricas”, “ninguém é melhor que ninguém, apenas temos características e trajetórias diferentes” e coisas nesse sentido. Funcionou bem, tanto que nos anos seguintes não voltei a pensar no assunto.

Este ano, porém, o assunto voltou a ganhar minha atenção, como sempre, por pura necessidade. Estive muito sensível a algumas questões nos últimos meses, o que atribuo a uma combinação de chegada à casa dos 30 com eventos políticos, econômicos e sobretudo ambientais inquietantes, além do ápice de uma crise vocacional que vinha me acompanhando desde dos 27. Em tudo os últimos anos se assemelharam aos anos finais da minha adolescência.

Um sentimento de revolta me assolou com uma intensidade tão violenta que baqueei. Acordei, semanas atrás, com a nítida sensação de ter deitado fora tudo de bom que aprendi, dos ensinamentos espirituais aos avanços terapêuticos. Senti minha energia vital ser reduzida drasticamente e passei a me debater com as dores crônicas que me colocaram prostrada num passado ainda bastante recente.

Como tudo tivesse sido levado a um estado crítico demais e sabendo que o ano cheio que me espera não será condescendente com minha fragilidade, resolvi adotar uma resolução de ano novo. Resolução, aliás, vem do latim resolutionis, que é sinônimo de desatar, libertar. Exatamente o que buscava.

Acabei me dando conta de que tenho gastado muita energia me certificando de estar do lado certo, de ter o discurso certo contra quem oprime, de ter a atitude certa num mundo desigual e injusto. Essa necessidade compulsiva de ajudar o outro, de salvá-lo de supostas armadilhas, de bradar contra o que é ético, justo e até mesmo cristão tem me cegado para o fato de que isso diz mais sobre mim que sobre o outro.

Ninguém foi suficientemente injustiçado se não pode dizê-lo por espontânea vontade. Ninguém foi suficientemente agredido em sua honra se não puder, ele mesmo, gritar para restitui-la. Considerar o outro incapaz de dar voz e sentido a suas próprias dores é o oposto de oferecer auxílio, é arrogância disfarçada de altruísmo, falsa vocação para mártir, coisa que não sou.

Não, não significa que eu tenha desisto do ideal que me move, nem que eu vá me conformar com o mundo “tal como ele é”, se isso, é claro, significar vilipendiado por uma horda de abutres que usam a ideia de Deus para manter-nos escravos de um sistema falido que só beneficia aqueles cujo sangue coincide com o seus.

A primavera me ensinou a não me ocupar em fazer o trabalho do vento, ele nunca falha em sua atribuição. Basta que eu use a minha voz para falar do que me aflige e meus ouvidos para escutar o que aflige meus irmãos. O mal não precisa de mais nenhuma ajuda para propagar-se, ele não precisa do meu brado retumbante.

Enquanto deixava a ira e a revolta tomarem conta do meu ser no que julgava serem boas causas, minha energia e minha capacidade de agir iam ralo abaixo. Por isso, vou adotar a velha e boa tática da resolução de ano novo para fazer o que Madre Teresa já havia ensinado, lutar em favor daquilo o que desejo ver, não contra aquilo o que desejaria já ter sido extinto.

Pelo mundo afora existem milhões de pessoas que acreditam nas mesmas causas e agem positivamente, com leveza e bom-humor em prol de suas causas. Gente com energia para se organizar e agir construtivamente, gente capaz de apontar soluções em vez de problemas. É para elas que eu vou em 2015, porque o que muda mesmo é a folhinha pendurada atrás da porta da cozinha. A gente, quando tem coragem, se reinventa.


Feliz ano novo e obrigada por ser gentil.

quinta-feira

Somos milhões de Bolsonaros

A tática é antiga, com um discurso raso que resume a luta por direitos humanos à defesa de bandidos, que segundo o próprio “está na boca do povo”, ele catalisa uma expressiva parcela da sociedade sob a aura de um homem de brio e coragem. Com seu ato de bravura, ele fala em alto e bom som aquilo que o dito cidadão de bem quer dizer, mas não pode, porque se sente vigiado pela patrulha do politicamente correto, como se defender a dignidade humana fosse sinônimo de acoitar.

Por trás de seu ideário está a mítica do homem que trabalha duro para oferecer à família o mínimo de conforto, mas é lesado pela omissão do Estado e pelo insistente – e imaginário – privilégio concedido a bandidos, minorias e às pessoas em geral que se beneficiam de algum subsídio governamental, a quem eles chamam despudoradamente vagabundos. O que o cidadão que faz coro aos Bolsonaros da vida não fala ou talvez simplesmente ignore é que esses que ele enxovalha não são causa, mas consequência do discurso que propagam aqueles que defendem com unhas e dentes a família no Congresso.

Acontece que a família que pessoas como Bolsonaro defende não se parece nem de longe com um núcleo de indivíduos organizado de modo a apoiar-se e proteger-se mutuamente, garantindo entre si o direito à própria identidade e fortalecendo seus vínculos (não exclusivamente consanguíneos) e ideais de pertencimento através do amor, da aceitação e da disponibilidade para ensinar e aprender.

Não, a família que pessoas como Bolsonaro defende é uma entidade avalizada pelo matrimônio, com a finalidade específica de procriar e preservar patrimônio, que legitima como cidadão exclusivamente aqueles de orientação heterossexual e aptos para a perpetuação desse mesmo modelo. Nesse tipo de instituição, os filhos não são indivíduos que nascem livres, dotados de consciência e que devem dirigir-se aos outros com espírito de fraternidade, como assegura a constituição de 1988, mas são, antes, extensão do patrimônio da “família”, propriedade privada.

Para ser considerados dignos de afeição e respeito, os filhos devem adaptar-se completamente às expectativas de seus progenitores, sob pena de castigos físicos e psicológicos, entram aí alienação, privação de afeto, palmadas, tapas, socos e cárcere privado, de acordo com a gravidade do “delito” que cometer. E não se engane quanto à natureza desses delitos, opiniões divergentes, amizades não aprovadas, orientação sexual diversa, escolhas profissionais e de lazer previamente condenadas são a natureza primária deles.

Para pessoas como o execrável parlamentar, o diálogo, a compreensão e o afeto não servem como instrumento de educação, ainda em contrário, oferecem risco de estragar o sujeito. Sim, sujeito, já que no seio da família de bem não existem indivíduos com destinos particulares, apenas seres humanos submetidos a doutrinação e ritos de passagem que garantam sua entrada e permanência segura no círculo dos de bem.
Insisto no termo de bem e o faço para que fique perfeitamente claro que neste caso a palavra bem nada tem a ver com aquilo o que enseja o progresso, o equilíbrio ou o aperfeiçoamento de uma pessoa ou coletividade, esse tipo de bem carece de compreensão, diálogo e, no mínimo, espírito fraterno. O substrato que a família de bem defende é aquele verbete utilizado no domínio da economia e como tal, deve ser defendido de forma metódica, impessoal e se necessário belicosa.

Toda conduta desviada do padrão que acumula e defende a propriedade privada a qualquer custo é delinquente, marginal e espúria. O que fazer com mulheres com as quais esses tipos não se casariam? Estuprar para aprenderem o que é bom! O que fazer com gays, que não servem ao propósito da família? Espancar até virar homem! O que fazer com negros? Não deixar que saiam da senzala e ao menor sinal de indisciplina, chicote neles! E o que fazer com pessoas de orientação política diversa? Ora, essa também é fácil, F-U-Z-I-L-A-R!

No seio da família de bem, o amor genuíno, aquele que compreende e respeita o outro, é substituído pela aprovação, que vem em espasmos, de acordo com aquilo que se espera em termos de atitude a cada momento. Essa receita infalível para criar neuróticos, a despeito do que possa parecer, não é uma fatalidade, mas um artifício cuidadosamente elaborado pela família burguesa. Sujeitos neuróticos estão em permanente conflito, apartados de seu eu profundo (self), são exclusivamente orientados pelo desejo de agradar, o que serve muito bem à nossa organização social.

Seria um alento poder adotar uma postura de superioridade e simplesmente ignorar tipos como esse, infelizmente , isso não é possível. O efeito de ter pessoas mentalmente doentes na política e amplamente pautados na mídia é o de perpetrar a doença como um meio não somente seguro, mas correto de conduta, falando apenas em seu poder de propagação. Acima de tudo, porém, está o fato de que pessoas nessa condição estão se lixando para o povo. Aqui e ali, indivíduos e coletivos se articulam para clamar por sua cassação e até por sua prisão. Amigos, quando um idiota brada, ele geralmente tem uma carta na manga.

Sabe aquela vez que você ou um conhecido foi assaltado, mas não viu a arma do bandido, entregou o que tinha apenas na base da ameaça? A motivação é sempre a mesma: ele provavelmente estava armado. Pois bem, o que esse senhor faz tem o mesmo funcionamento. Na segurança de que nada irá acontecer, ele e suas ideias ganharam a mídia. Se o adversário não pode calá-lo, então ele ganhou o debate e o efeito disso é ter outros tantos milhões justificados em sua insanidade crônica de que o diferente deve ser eliminado.

Dentro dessa lógica, nega-se a realidade de que somos seres sexuais, tanto homens quanto mulheres, pra que fique bem claro, que buscam o prazer na intimidade e companhia do outro. Nega-se veementemente que uma pessoa possa escolher livremente seu destino através do estudo e do trabalho. Negam-se os direitos humanos e civis e a possibilidade de uma sociedade justa e igualitária. Se você nasceu mulher, eles dizem, deve se dar ao respeito (o que significa muita coisa, mas principalmente que você não deve sonhar com a possibilidade de desfrutar do prazer que muitos deles pagam para obter na surdina). Se nasceu homem, deve encontrar uma mulher para casar e procriar. Se nasceu pobre, negro ou os dois, deve conformar-se com sua posição histórica de servidão e subserviência. Se nasceu com ímpetos de igualdade, bom, então você devia estar lendo este texto diretamente da ilha de Fidel.

Se não concorda com as opiniões deles, isso é absolutamente irrelevante, já que você deve ser puta, pobre, preto, bicha ou apenas mais um idiota comunista. De todo modo, não se engane, existe um Bolsonaro dentro de cada um de nós implorando para fuzilar o inimigo. É ele que te manda calar diante de uma injustiça, que te faz pensar mesmo que por um segundo que o melhor é deixar a ética de lado e justificar os fins pelos meios, é ele que te diz que política é lugar de gente corrupta e inescrupulosa e é ele que te embala o sono com a promessa de que nada nunca vai mudar.


Boa noite e boa sorte.

Nenhuma rosa é um cadáver

Embaixo da minha janela há uma roseira. No centro de uma grande cidade como São Paulo, dentro de um edifício residencial, isso é notável. Em meados de agosto, Sandoval, síndico do prédio e jardineiro por trás desse belo canteiro que inclui um pé de maracujá e um pequeno ramo de tomates cereja, podou a roseira até quase o talo.

Quando ouvi um barulho incomum, saí à janela da sacada e olhei para baixo, quase não havia sobrado uma folha, os galhos estavam nus e havia uma enorme pilha de restos no chão. Curiosa, perguntei o porquê daquilo, a primavera estava próxima, ela não iria mais florir por causa daquilo?

Aquele período de agosto, conforme me explicou, representa o auge da dormência das plantas, elas não sentem dor ao ser podadas e ganham força e liberdade para vicejar e florir no início da primavera. Eu podia ficar tranquila, ele me disse, a florada seria linda.

Menos de um mês depois, a planta ganhara galhos novos e avermelhados, na semana seguinte, os galhos tornaram-se verdes e já era possível avistar os pequenos botões que cresciam silenciosamente. Um dia, sem nenhum aviso, a roseira estava em flor, linda, iluminada e fresca.

Estamos em dezembro e desde então pude notar pelo menos três floradas diferentes. Nesse exato momento em que escrevo, três rosas completamente novas compartilham espaço com pelo menos seis rosas que se despetalam ao sabor do vento e da garoa que cai. Quando a última pétala cai, as sementes ficam expostas, caem ao pé da planta ou são carregados para longe numa tentativa de voltar a fecundar a terra.

Se você passar por aqui um dia, pode ter o prazer de levar para casa um pote daqueles de sorvete com uma muda de roseira, cuidadosamente separada pelo Sandoval, além de constatar com os próprios olhos que nenhuma rosa é um cadáver. Nada em seu despetalar tem parentesco com a morte. Afinal, alertou-nos Cecília Meireles, “também é ser deixar de ser assim”.

Cumprido o ciclo do broto, a rosa se apresenta para o seu turno, quando é rendida pelo tempo e pelo vento, volta para a casa, que é a terra, a mesma da qual nós, você e eu, viemos. Uma parte de si se precipita para fertilizar o solo, a outra espera o tempo de germinar e, então, voltar para casa. Ambas as partes continuam sendo vida, ambas continuam vivas.

O que a rosa é, é o que nós somos. O que a roseira representa para ela é o que nossa linhagem familiar representa para nós. Como embriões, permanecemos atados à nossa mãe, até que brotamos e cumprimos nosso ciclo como crianças-rosas que permanecem ligadas à grande planta que é nossa família. Quando, já adultos, nossas pétalas estão prontas para soltar-se, partes de nós vão sendo carregadas em cada escolha, em cada partida, em cada novo projeto, em cada amor, em cada perda.

Um dia, esse ciclo chegará ao fim, muitos de nós deixarão sementes em forma de filhos queridos, que podem ser biológicos ou mesmo imateriais e estaremos prontos para fertilizar a terra, na qual nossas sementes irão prosperar. Um dia, pode ser que sejamos outra rosa em outro tempo, em outro vento.

Esse conhecimento pertencia à semente que fomos antes mesmo desse momento. Acontece que no auge da nossa dormência, fomos podados e nossa sabedoria profunda foi obliterada. Passamos a acreditar em cadáveres e adquirimos um medo pavoroso de fertilizar a terra.

Aqueles que seguravam as tesouras com que fomos podados ofereceram-nos uma saída de mestre: entregue-nos suas vidas agora, que entregaremos uma vida ainda melhor para vocês depois dessa. Ora, diante do que tínhamos (mero esquecimento), parecia-nos uma ótima solução. Sabemos fazer isso, é o mesmo que fazemos em caso de assalto: não esboce reação, não diga palavra que não seja sim, entregue tudo que tiver, inclui-se aí a dignidade.

Se rezarmos de acordo com essa cartilha, essa vida que nos parece tão cruel e injusta será substituída por uma vida futura de abundância, alegria e fraternidade, lá do outro lado. Mas, espera aí, talvez as coisas não sejam assim de verdade, talvez possamos simplesmente ser fraternos agora mesmo e partilhar o que a terra nos dá com alegria aqui, sem esperar por um depois. Olha, agradecemos sua oferta, mas vamos ficar assim mesmo.

Então, aqueles com as tesouras nos informaram que isso não seria possível, que a terra só dava frutos àqueles que trabalhavam segundo as diretrizes já informadas. Além disso, não existia tal coisa como recusar a oferta, afinal, a única alternativa possível era virar adubo nas profundezas da terra do enxofre, um lugar quente, mal cheiroso e repleto de castigos eternos. Pegar ou largar.
Pegamos. E mesmo aqueles entre nós que não pegaram complemente, são afetados de algum modo pelo medo ou pela culpa coletivos que carregamos nas costas como um fardo ingrato que nos impede de aceitar a responsabilidade de transformar aqui e agora.

Antes as religiões nos acorrentavam ao medo da perda do amor de um Deus iracundo, que nos manteria à margem da vida idílica com a qual sonhávamos. Na dúvida entre isso ou aquilo, tínhamos os homens das tesouras para nos orientar e insuflar a culpa caso ousássemos apontar uma injustiça.

Então, veio a “nova era” e com ela a promessa de uma vida boa e prazerosa aqui e agora. Então eles nos dizem “Ei, babe, don’t worry, God loves you”. Não há mais o que temer, não é preciso fazer nada para obter o amor de Deus, afinal, o amor é tudo o que há. “Não dê ouvidos aos homens das tesouras, eles são tristes e rancorosos”, o que você precisa é de boa vibração, bons pensamentos.

Eis o grande segredo que a boa nova nos revelou: afaste-se de tudo o que for negativo, tenha apenas pensamentos de prosperidade e abundância, não envolva-se em discussões nem observe injustiças, lembre-se, tudo aquilo o que você observa, você inclui na sua vibração. Seja bom consigo mesmo e tire uma folga de todas as pessoas que têm algo de que reclamar, não assista aos noticiários, eles estão cheios de más notícias, não se envolva com política, você é seu governo, faça apenas o que tem vontade e não se preocupe com os demais, cada um é responsável pela própria vibração.


Você quer, você mentaliza, você consegue. Simple that. Se nada disso estiver funcionando para você, não tenha vergonha de voltar aos primeiros passos. A lei da atração funciona cem por cento das vezes, se não está funcionando, você deve estar fazendo algo errado. Não se preocupe, meu querido, o Tudo que é ama você de todo jeito. Se nada disso funcionar, tente o empreendedorismo. Ah, e não se esqueça de deixar as coisas como estão. Namastê.